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15 de jul de 2006

O SILÊNCIO DAS HORAS






A pedra que é meu corpo
teima em não se deixar cair
no charco da vida
nem deixar-se arrastar
pela brisa que rege
o destino das horas paradas
duma vida sem luz.

Estendo as mãos buscando...
mas só encontro trevas...
Escuto o Silêncio das Horas
no longo tempo de espera
pela realidade ou quimera
que teima em não regressar.

Silêncio ou Verdade?
Quimera ou realidade?
Meu Amor como demoras.
Vem...
Com o Silêncio das Horas!

By@
Anna D'Castro
(D.A.Reservados)

2 comentários:

DE PROPOSITO disse...

'Meu amor como demoras'. Sei que se trata dum poema, mas poderia pensar que se trata duma angústia, por alguem que se deseja e teima em não chegar.
Obrigado pela tua visita. Fazendas de Almeirim é a povoação onde habito. Não sei bem, mas penso que terá entre 3000 a 4000 habitantes.
Já agora diz-me onde nasceste. Podes responder por mail.
Fica bem e que a felicidade ande junto de ti.
Manuel

Anna D' Castro disse...

Volta sempre Manuel, tuas visitas e comentários são sempre bem vindos.
Um beijo

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