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8 de dez de 2012

FLORBELA ESPANCA - A GRANDE DAMA DA POESIA



FLORBELA D'ALMA DA CONCEIÇÃO ESPANCA

NASCEU EM VILA VIÇOSA A 8 DE DEZEMBRO DE 1894

MORREU EM MATOSINHOS A 8 DE DEZEMBRO DE 1930



17 de nov de 2012

DE OLHAR VAZIO


DE OLHAR VAZIO

Não sou saudosista
Mas tenho saudades
Quando miro o passado
Com olhar vazio
Às vezes cansado
Às vezes nostálgico
Às vezes sombrio.

Mirando o infinito
Brumoso e perdido
Calando um grito
Dentro do peito
Como náufrago esquecido
Numa ilha de lembranças
Olhando o nada
Vazio de esperanças.

By@
Anna D'Castro
Creative Commons LicenseTodos Direitos Reservados
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.

8 de abr de 2012

ABANDONO


Para lá da montanha há um rio
Um rio de águas turvas
Onde meus sonhos se afogaram...

Para lá da montanha o sol se põe
Descobre o rio de sonhos encobertos
Querendo saber como alcançar o mar.

Sou como um rio de saudades paradas
Faminta de desejos incontidos
Como o peixe em busca de algas
Numa fonte de águas cristalinas...

Sou como um rio querendo a foz
Para poder chegar ao mar
A bordo do meu coração ferido
Quero saber como me alcançar.

Estou como frágil navio perdido
abandonado antes de conseguir chegar...


By@
Anna D'Castro

Creative Commons License
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.

5 de mar de 2012

A DOR DA SAUDADE




Num oceano imenso de distantes e dolorosas lembranças
A dor da saudade me fustiga como chuva torrencial
Inundando minha alma dolorida de vãs esperanças
Despedaçando o coração contra o agreste vendaval.

O pensamento vai carregando nuvens negras
Cobrindo a terra e o céu, de passageira ilusão
Destruindo uma réstia de luz de encontro às pedras
Afundando barcos de amor que derivam na solidão.

A dor da saudade entrega a vítima à própria sorte
Deixa que se afunde na lava dum extinto vulcão
Embarga os olhos para que perca o seu norte
Fustiga agressiva como chuva gelada em pleno verão.

Dói-me a saudade... dói-me o desespero... dói-me a vida...
Dói-me a angústia dos momentos que não pude viver...
Minha boca grita o silêncio duma alma dolorida
Meus olhos pingam lágrimas de sangue... de tanto sofrer.

E mesmo ferida de morte quero doar amor e altruísmo
Apesar desta funesta desdita... corroída por longo sofrimento
Procuro encontrar nas entrelinhas do meu lirismo
Conforto para momentos angustiosos de dor e desalento...


By@
Anna D’Castro

Creative Commons License
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.

26 de fev de 2012

RENÚNCIA


Tu, Mulher, que renunciaste:
- ao carinho,
- ao amor...
escuta este poema
que é pra ti.
Tu, que caminhando vais,
em busca do passado...
ou talvez do tempo!...
Mas, o passado não volta
e o tempo demora.
A ti que olhando a Noite
procuras o Sol...
- Ele existiu e te abrasou.
A ti, que renunciaste,
a ti Mulher só
eu fiz este poema,
para que te não sintas
tão só
...como coisa deitada ao chão
e que não presta!...
...como folha caída
espezinhada e varrida,
no Outono!
A ti, Mulher só,
na solidão da noite
ou na alegria do dia,
eu fiz este poema.
A ti, Mulher que renunciaste,
escuta a minha prece.
A prece de uma Mulher só...
como coisa morta,
afastada da vida,
esquecida.
Eu, como tu, renunciei:
- ao amor,
- à felicidade...
que desejava de verdade!
Mas, tu Mulher,
não estás só!
Porque eu estou contigo
e penso em ti;
e venho dizer-te
para que não renuncies,
mas antes luta.
Tens que lutar:
- pela felicidade,
- pelo Amor,
- pela vida e...
... pelo carinho, desse Alguém
que ao se afastar,
te fez desesperar
e te fez sentir também:
- Só!... Nada... Ninguém!

By@
Anna D'Castro
(D.A.Reservados)
do livro AQUELA VOZ

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19 de fev de 2012

REVELAÇÕES



Sou como água bravia
Quando me tentam prender
Sou gaivota fugidia
Vendo o sol desaparecer.

Solto um grito lancinante
Quando a dor desatinada
Desta vida quase errante
Me transforma em quase nada.

Sorvo no ar que respiro
O néctar da bela flor
Como o êxtase dum suspiro
Num beijo puro de amor.

Sou também como água calma
Quando o ser enamorado
Entra em paz na minha alma
Num delírio apaixonado.


By@
Anna D’Castro
do livro “Revelações”

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12 de fev de 2012

MEU CHORO... (Meu Poema em Homenagem a Whitney Houston)


'Todos irão lembrar de Whitney Houston por “I will always love you”.
Para o mundo dos esportes, principalmente dos USA, ela será lembrada como a melhor intérprete de todos os tempos, quando em 1991 interpretou magistralmente o Hino Nacional Americano num Superbowl. THE BEST.'


Estou muito triste, pois admirava muitíssimo a grande cantora, que foi Whitney Houston, as magníficas canções interpretadas na sua potente e maviosa voz... algumas poucas vezes desafinada por 'obra' da sua 'infeliz' dependência química.

Partiu a magnífica e premiadíssima artista. Partiu precocemente aos 48 anos, afogada na banheira que seria usada como terapia para o seu relaxamento antes dum grande espetáculo, e que Whitney seria uma das principais Estrelas que brilharia no mega evento... mas a estrela se apagou adormecida para sempre na àgua relaxante, com a 'ajuda' dum outro relaxante (Xanax) que algumas outras mortes célebres tem 'ajudado a acontecer'... por Ex. o motorista que dirigia o carro em que seguia a princesa Diana de Gales provocando a sua morte e do namorado multimilionáro... estava tomando Xanax...
Toda e qualquer dependência é nefasta para a saúde e vida dum cidadão e arruína famílias inteiras...

Partiu a grande DIVA para poder descansar a sua atribulada vida e cantar os 'Cânticos dos Deuses' no Paraíso do Eden.

Vai em PAZ Whitney Houston, que Deus te dê a Paz, que na terra não conseguiste e o meu Poema "MEU CHORO" é uma forma de expressar a minha tristeza pela tua partida tão precoce, quando tentavas ficar de "Bem com a Vida"...
Anna D'Castro


MEU CHORO...

Choro. Por quê?
– Choro!
Lágrimas de dor
rolando pelo amor
que se foi.
Choro. Por quê?
– Choro!
Como coisa esquecida
e que não presta.
Choro. Por quê?
– Choro!
Como folha caída
espezinhada e varrida,
no outono da vida.
Choro. Por quê?
– Choro!
Porque nada mais me resta.

By@
Anna D’Castro
In “AQUELA VOZ”


Creative Commons License
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.

8 de jan de 2012

NOSTALGIA


Perco-me nas entrelinhas de labirintos sombrios
Tentando encontrar as saudades dos sonhos perdidos
No meu País de lendas infinitas e egos vazios
Que chora as mouras encantadas por guerreiros feridos.

Quantos lamentos quantas pétalas de rosas
Quanta ansiedade nas flores desabrochadas
Quantas jóias eu tive... minhas pedras preciosas!
Que se esfumaram por entre os dedos, esmagadas.

Inspiro-me na luz do sol e respiro o luar
Aspiro a natureza em violetas de esperança
Ambiciono o azul que gira no céu sem par
Como mutantes povoando mentes de criança.

Minhas asas, cavalgam num ‘Pégaso’ alvo e negro
Derrotando a Quimera com pássaros azuis
Escutando Ravel ao ritmo dum Allegro
Perdidas nas águas estagnadas dos pauis.

Visto-me de giestas floridas na madrugada
Enfeito-me de esperanças em caudais de calmaria
Entrego-me aos silêncios serenos da alvorada
No destino de lilases sorrindo à nostalgia.


By@
Anna D’Castro

Creative Commons License
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Sempre Viva... Flor Selvagem!

ARTE E BELEZA É COMO FLORES BAILANDO

Beijos floridos...