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3 de mar de 2016

MINHAS SAUDADES GEMEM LEMBRANÇAS!!!


MINHAS SAUDADES GEMEM LEMBRANÇAS


Quando a tristeza se aparta da alegria
Silêncios ficam pairando no meu olhar
A boca chora de dor com a melancolia
E a saudade geme o adeus que não pode dar...

A tarde cai como um recorte do tempo
Por entre espaços de penumbra e encanto
A noite me embala de magia e espanto
E os sonhos adormecem nos embalos do vento...
             
Sinto saudades do pôr-do-sol e do azul do céu
Da estrela d’Alva brilhando em frias madrugadas
Do pranto de sonhos perdidos em noites de breu
E do desassossego dos rouxinóis nas desgarradas...

...À tardinha as saudades gemem lembranças...
...Como que fugindo do passado
...Ou da tristeza duma lágrima perdida...



By@ 
Anna D’Castro


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2 de mar de 2016

QUEM SE IMPORTA?...


QUEM SE IMPORTA?...


Quantas vezes ouviste bater o meu coração
Num silêncio de páginas em branco?
Sem palavras... Sem gestos de emoção
Não me surpreendias ou causavas espanto...

Mas a cada segundo que me entorpeço
Preciso dizer sim... Ou preciso dizer não
Despojada de tudo... me despedaço...
Contra as escarpas afiadas da tua negação...

Meu pensamento corre veloz a cada instante
E precisa girar... E se virar do avesso...
Mas p’ras cinzentas brumas nada é o bastante
Para que ele viaje na imensidão do universo...

E nesta encruzilhada de sentimentos
A noite empalidece... saudades ficam ausentes
Tento deixar quietos meus pensamentos
Despojados de toda a loucura... transparentes!

Hoje pouco me importa o teu egoísmo e maldade
Mas muito sofri quando rasgavas meu coração...
Jamais recordarei ou terei na vida saudade
Dos momentos tristes da minha desilusão...

O egoísmo das palavras nas páginas em branco
Saltam com violência na longa imensidão...            
Surpreendem-se nos delírios do meu triste canto
Para ouvirem as batidas deste meu coração!...

By@
Anna D’Castro

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30 de set de 2015

SE O TEU OLHAR FOSSE MEU!



SE O TEU OLHAR FOSSE MEU!


Se o teu olhar fosse meu
Eu te daria um chão de estrelas
O verde do mar e o azul do céu
Para te ver louco por elas...

Se o teu olhar fosse meu
Se tuas mãos sensuais me perfumassem             
O meu desejo ardente seria teu
Até que os gritos das quimeras se calassem...

Se o teu olhar fosse meu
Eu te daria a paz que falta no mundo
Acabaria com a guerra que derruba o amor
E soltaria meu grito que está lá no fundo...

Se o teu olhar fosse meu
Se teus lábios carnudos me chamassem   
E com sofreguidão me beijassem   
Eu te daria o beijo ardente que é só teu...

Se o teu olhar fosse meu
E meu corpo à tua mão se acariciasse
Colaria minha boca à tua
E deixaria que o mundo se acabasse!...


By@
Anna D’Castro

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16 de set de 2015

MÚSICA... AMOR E... SILÊNCIO...



MÚSICA... AMOR E... SILÊNCIO...



É tarde... já se apagou todo o luar
A lua se recolheu em clausura...
E lá fora apenas corujas com seu piar
Quebram o silêncio da noite escura...

Na sala o ambiente morno da nostalgia
Embala uma música com suavidade
Dedilhada ao piano com maestria
Para saudar o clima doce de felicidade...

O ar de romance é quente e silencioso
O piano vai crescendo... entoando Chopin
Os amantes se amam na mesma harmonia
Da sinfonia embalada em fresca manhã...

Os lábios se encontram em fogosos beijos
Os dedos se roçam como pétalas de flor
Os corações com o piano batem desejos
E ali... no silêncio da sala, eles fazem amor!


By@
Anna D’Castro

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11 de set de 2015

A MINHA JANELA


A MINHA JANELA


- Da minha janela vejo o sol nascer...
O céu ficar mais azul para receber
As boas vindas dos colibris...

- Da minha janela vejo aves esvoaçando sutis...
Árvores recortando o horizonte... sinuosas
E jardins refulgindo com as pétalas das rosas...

- Da minha janela vejo o mar rugindo ferino...
A praia e o longo areal de ondas murmurantes
Com doces melodias ao som dum violino...

- Da minha janela vejo com o despertar do dia
Crianças correndo em risadas de alegria
Desenhando na terra um poema inspirado...

- Da minha janela vejo o sol poente iluminado
A tarde se esfumando em cores irisantes
E esperanças renascendo em girassóis brilhantes...

- A minha janela é a tela do meu mundo
Onde o sonho imortal nasceu fecundo!...

By@
Anna D’Castro


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2 de set de 2015

NO LEITO DAS PALAVRAS QUE ME DEITO


NO LEITO DAS PALAVRAS QUE ME DEITO


No leito das palavras que me deito...
Procuro a noite que vem grisalha me cobrir
Gotas de poesia caem no meu peito
Com singelas lembranças por descobrir.

Embriaguei-me numa lua cheia de amor
Escalei montanhas de madrugada
Subi por altas escarpas sentindo temor
E me perdi numa sombra abandonada.

As lembranças de palavras ressoam no vento,
Por um longo céu azul angustiado
As horas certas carrego-as no pensamento
E devolvo-as ao vento dum tempo passado.

No leito das palavras que me deito...
Carrego o silêncio de forma lenta e preciosa
Deixo as mágoas anoitecerem no meu peito
Derramando lágrimas na minha alma silenciosa...


By@
Anna D’Castro

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20 de jul de 2015

DESENCONTROS

DESENCONTROS...


Percorro esta vida armadilhada... já cansada!
Tento-me desviar de cada pedra arremessada...
E sigo de cabeça erguida por uma estrada esquecida...
Traço um caminho entre o medo da escuridão e a vida
Avistando no infinito... uma saudade branca e dolorida!

Meus pés escalam areias movediças...
Calcam penhascos e escoam-se em odores...
Meus lábios se umedecem em suores
Vagando nos meus olhos perdidos na fantasia
Bebendo sôfregos os ares da maresia...

Ao longe num ponto da paisagem
Adivinho um poço de trevas que me habita o ego...
A lágrima que me cutuca a ferida
Cheira a solidão dum fado triste e magoado
Quando acaricia uma tristeza perdida...

Perco-me nas entrelinhas do mundo...
Desencontro-me nas estradas da esperança
E no meu peito cravam-se os punhais do tempo
As lanças afiadas do passado magoado...
E os testemunhos da solidão sem o embalo dum triste fado...

By@
Anna D’Castro


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10 de jun de 2015

INJUSTIÇA


INJUSTIÇA

Quando o amor é demais                                                          
Não é justo dizer.

Quando a dor é demais
Não é justo gritar.

Quando o horror é demais
Não é justo sofrer.

Quando a guerra ataca
Não é justo morrer.

Quando a criança chora
Não é justo deixar.
Quando o pai não tem pão
Não é justo acontecer...

E vem o pranto sem lágrimas
O grito sem razão
A palavra trancada
Dentro do coração

E a injustiça dos homens
Que nunca pede perdão
A todos os inocentes
Que sangram descompaixão.

By@
Anna D’Castro


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REPOUSA EM MINHAS MÃOS... A SAUDADE!


REPOUSA EM MINHAS MÃOS... A SAUDADE!


Guardei em minhas mãos todos os espaços...          
Mas sabe-me a pouco o muito que vejo
Meu corpo divaga entre ironias e cansaços
Com saudades da minha terra e do meu Tejo...

Os sonhos... os desejos... são arte... são vida...
A arte sonha com sentimentos e desejos...
Os desejos sonham com o Amor sem despedida
E o Amor divaga no calor duns doces beijos...

Guardo em minhas mãos tantos anseios...
Quantas lágrimas amargas lavam meus seios...
E quanta dor de amor... de tanta maldade...

Pudesse eu abraçar o mundo com os teus braços
Que já abraçaram com tanto amor a felicidade...
E agora em minhas mãos repousa só a saudade!...



By@ Anna D’Castro


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12 de fev de 2015

EGO...

Narciso


EGO...

Me diz algo que eu não sei...
Algo que ainda não inventei...
Me diz algo de verdadeiro...
Algo que não destrua meu sonho
e que não seja derradeiro...
Mas que alimente minha vida...
Adote meu amor...
Mas que não perturbe meu sono
nem deixe nenhuma mágoa...
Mas me faça sentir tão necessária
como uma pequena e útil gota d'água!

By@

Anna D’Castro


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18 de dez de 2014

VESTIDA DE SILÊNCIOS E TEMPESTADES!


VESTIDA DE SILÊNCIOS E TEMPESTADES


Vesti-me no silêncio das horas tardias
E a noite vem chegando devagar
Com ela a tempestade de sombrios dias
Deixa meu coração triste e a soluçar...

Noite... fiel amiga e confidente
Embala a minha dor no teu luar
Guarda meus silêncios na estrela cadente
Que passa correndo para ir sonhar...

Vesti-me de brocado e de cetim
Para ir no banquete da  solidão
Nas mãos anéis de ouro e um jasmim...

Na boca o grito estridente das saudades
No rosto um esgar de lamento do coração...
E enfeitada de silêncios e tempestades...


By@
Anna D’Castro


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17 de dez de 2014

EMBALANDO SONHOS




OS EMBALOS DOS SONHOS


Sempre que um amor termina...
Ou um sonho não se realiza...
Há uma morte dentro do peito
E a alma fica sem jeito
Mas vai amar tanto e mais...

E o sonho que se esfumou no ar
Rodopiando como folha caída...
Espezinhada e varrida
No outono da vida...

Vai encontrar doces lugares de magia e encanto
Por entre espaços de penumbra e pranto...
E como num recorte no tempo
A noite embala o amor no seu longo manto
E os sonhos adormecem nos embalos do vento...


By@

Anna D’Castro


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13 de dez de 2014

QUISERA O AMOR... EM UM FADO ENCANTADO!


QUISERA TE CANTAR... UM FADO ENCANTADO!


Quisera poder chamar-te de meu amor...
Meu eterno namorado... meu terno amante
Sentir o teu corpo no meu e... num rompante
Acender labaredas de paixão com o meu calor...

Quisera poder chamar-te de meu amor...
Minha vida... minh’alma... meu destino
Desvendar teus pensamentos com ardor
E libertar as saudades desse amor divino...

Quisera poder chamar-te de meu amor...
Ser a lua e as estrelas do teu firmamento
O sol... e os sonhos do teu pensamento
E sentir o teu encanto de eterno sedutor...

Quisera poder chamar-te de meu amor...
Sacudir as saudades aos ventos poentes
Abraçar nas recordações toda a tua dor
Para deixar que lembranças ardam ausentes...

Quisera poder chamar-te de meu amor...
Ter o teu carinho explodindo no meu peito
Possuir em sonhos o teu corpo... com ardor
E te encantar com um Fado... do meu jeito!


By@
Anna D’Castro


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5 de dez de 2014

VÁRIAS DE MIM



VÁRIAS DE MIM



Sou várias, em várias de mim.
Porque só a vida não me basta
Atriz dum palco sem fim
Tento mostrar minha raça.

Tem horas que sou como rocha
Uma matéria impenetrável...
Outras... fico tão frágil
Toda eu sou maleável!

Em permanente conflito
Vivo neste labirinto
Às vezes solto meu grito
Quando não sou o que sinto.

Mas quando fico nervosa
Mostro como estou carente
Tal como uma pétala de rosa
Em mão inconsequente.

A poesia é remédio que me acalma!
Vou-me despindo nos poemas
Desnudando a minha alma
Deixando aflorar minhas penas.

Escrevo-me para espantar a dor
As palavras ficam presas na garganta
Escrevo para falar do amor
Recordações do passado que me acalanta.

E nessas várias sem fim
Tenho a alma como o vento:
- Serena... rebelde ou branda –
E a chama de Deus que crepita em mim
É a única que me comanda!



By@ 
Anna D’Castro
(de 2005 - Republicado) 


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30 de nov de 2014

A VIDA POR UM FIO


A VIDA POR UM FIO


Apenas por um fio a vida se suspende
Como bailando numa corda bamba
Ou na teia duma caprichosa aranha...
Vai-se segurando no vazio sem rede.

É como a borboleta que voa na primavera
De flor em flor espalhando o pólen ao vento
De sonho em sonho vai beijando a quimera
E desaparece na sombra do pensamento.

A vida é sonhadora... como um poema...
Tem a beleza do arco íris na sua eterna magia
Tem aromas de cor com risos de alegria
E nas mãos duma criança uma flor de açucena.

A vida vai passando e arrasta o tempo...
Por vezes cai... cai com a noite escura de breu...
Cai com a chuva que cai a todo o momento
Levanta-se... e vai dormir nos braços de Morfeu.

A vida é sedutora... nos seduz com a luz do luar
Com o borbulhar da espuma na imensidão da areia
Com o som das ondas... e com a brisa do mar
Até com a beleza de tecer uma rendilhada teia.

A vida faz-nos falta com a sua idílica poesia...
Que nos transporta para longínquas paragens
Faz-nos viajar através do sonho e da fantasia
Para horizontes desérticos repletos de miragens.

Na sua penumbra doce... tem aromas de mel e de maçãs
Nos desperta com os acordes ao despontar da aurora
E deixa fluir sonhos com o clarear de frescas manhãs
Para que depois possa ver girar o mundo lá fora...


By@ 
Anna D’Castro



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29 de out de 2014

RETALHOS DUMA VIDA




Num instante só e... é já tão tarde!
O tempo é tão distante e o amor já não arde
Passou rápida e breve a mocidade
Foi ardente... vibrante... audaciosa...
Mas chegou o outono da idade
E a alma estacionou esplendorosa.

Meus olhos anoitecem já deitados
Trouxeram um  silêncio estranho...
Uma neblina na noite escura
Caminhos sombrios e tão cansados
Pedras rasgando calçadas
E a vida perdendo-se na lonjura.

Num instante só e a viagem é interrompida
A esperança é apenas uma quimera
A ilusão adormeceu na primavera
E os sonhos do passado... são retalhos duma vida!





By@
Anna D’Castro



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4 de out de 2014

O ESPAÇO DOS SONHOS


O ESPAÇO DOS SONHOS

- Meu sonho é de aço
que disfarço...

- Já foi nascente
hoje é poente...

- Já foi régua
hoje é trégua...

- Já foi alimento
hoje é um lamento...

- Já teve o seu compasso
hoje é só um espaço...

- Se não ficar atento
ao movimento do tempo
O sonho que era luz
fica cinzento
Porque o tempo vai ficando escasso,
a vida rege os sonhos com régua e compasso
e o momento de realizá-los perde o seu espaço!


By@ Anna D’Castro



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30 de set de 2014

CHUVA DE PRIMAVERA






Lá fora a chuva cai...
As primeiras gotas de chuva na primavera...
Uma chuva incessante,
Mas harmoniosa
Que vai correndo sinuosa
Lavando as pedras da calçada.

Nos jardins a chuva acaricia folhas e flores...
O aroma das rosas, o frescor das margaridas
São presentes da natureza
Que nos inebria com tanta beleza.

No céu soam trombetas de luz e cor
Bandos de andorinhas e colibris
Chilreiam vibrantes pelas estradas
Entoando lindas canções de amor
Como o fado nas madrugadas...



By@
Anna D'Castro


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Sempre Viva... Flor Selvagem!

ARTE E BELEZA É COMO FLORES BAILANDO

Beijos floridos...