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2 de out de 2011

PÔR-DO-SOL


Tardes cálidas... horas mornas...
No horizonte o sol, em cor de fogo
Desce em rubros clarões,
Escutando o último cantar dos rouxinóis.
E com lampejos de ilusões
A brisa atônita se balança
Em imagens de mil sóis
Procurando escutar
O breve gargalhar
Das águas em fim de tarde.
Borboleteando ao pôr-do-sol,
Rubras papoulas, sem aromas perturbantes
Se esgueiram nessas horas caladas
Em sussurros delirantes.
E no empalidecer dos dias,
O vento cálido geme
Pétalas de rosas macias.
Olhos delirantes se fixam
Com êxtase, no entardecer
Esperando sonhadores
O crepúsculo aparecer.
A lua desce magnífica pela colina
E nas teias do silêncio...
Mais uma tarde termina!


By@
Anna D'Castro
In 'Aquela Voz'

Creavtie Commons License Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.



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3 comentários:

Sonhadora disse...

Minha querida

Cálido e doce o teu poema, com cheiro de rosas e murmúrios de amor.


Deixo um beijinho com carinho
Sonhadora

Daniele disse...

Minha dileta e fascinante Anna, como é lindo o seu Pôr do Sol, terno, lindo demais.
Beijos,
Dani

Anna D'Castro disse...

Oi queridas amigas Rosa e Dani, bom ler as vossas palavras de carinho.
Duas grandes e talentosas poetas que eu muito admiro.
Beijos para as duas e
muitas saudades Dani
Anna

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