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5 de dez de 2014

VÁRIAS DE MIM



VÁRIAS DE MIM



Sou várias, em várias de mim.
Porque só a vida não me basta
Atriz dum palco sem fim
Tento mostrar minha raça.

Tem horas que sou como rocha
Uma matéria impenetrável...
Outras... fico tão frágil
Toda eu sou maleável!

Em permanente conflito
Vivo neste labirinto
Às vezes solto meu grito
Quando não sou o que sinto.

Mas quando fico nervosa
Mostro como estou carente
Tal como uma pétala de rosa
Em mão inconsequente.

A poesia é remédio que me acalma!
Vou-me despindo nos poemas
Desnudando a minha alma
Deixando aflorar minhas penas.

Escrevo-me para espantar a dor
As palavras ficam presas na garganta
Escrevo para falar do amor
Recordações do passado que me acalanta.

E nessas várias sem fim
Tenho a alma como o vento:
- Serena... rebelde ou branda –
E a chama de Deus que crepita em mim
É a única que me comanda!



By@ 
Anna D’Castro
(de 2005 - Republicado) 


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 Todos Direitos Reservados
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.

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