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TRADUZA AS FLORES...


Me Sigam as Boas Flores...

26 de set de 2011

*DANÇA DA VIDA*















A Vida Dança
Na emoção do amor!
Tudo começa no espaço
Tudo resulta da esperança,
Da ilusão e da dor.

A Vida Dança
Trêmula de paixão
E abala uma lembrança
Que mexeu com o coração.

A Vida Dança
Por vezes leve,
Por vezes fria,
Tal como floco de neve
Que baila de melancolia.

A Vida Dança
Quase como um poema,
Ou um beijo rápido e insípido,
Mas que sempre vale a pena
Desde que lépido e líquido!...


By@
Anna D'Castro
(D.A. Reservados)
in REVELAÇÕES

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24 de set de 2011

*QUANTAS MORTES?!*


- Sempre que termina a paixão
Há uma morte mim.
Num coração que parte
Há um vazio, que fica.

= QUANTAS MORTES, QUANTAS?

- Muitas! Tristes, doloridas ...
Quantas Ternuras esquecidas!
Como me marca a última morte
Reflexo de paixão inacabada.

= QUANTAS MORTES, QUANTAS?

- Quanta inquietação arrastada
Para uma nova etapa,
Corroendo uma saudade
Qual solidão indesejada.


= QUANTAS MORTES, QUANTAS?

- Que Brotam da seiva viva
Esperando a próxima morte,
Como um refúgio secreto
Que me inquieta e seduz.

= QUANTAS MORTES? QUANTAS MAIS?!

- Muitas! E muitas mais, sem fim ...
Até que chegue o verdadeiro amor
E a vida, jamais morrerá ...
... sem mim!

By@
Anna D'Castro

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23 de set de 2011

*PRIMAVERA*




A noite cessou
O sol resplandeceu
A avezinha cantou
A flor desabrochou
Uma janela se abriu
Um menino nasceu...
– acordou, olhou e sorriu...
Era a Primavera!



By@
Anna D’Castro

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21 de set de 2011

POEMAS DE - FLORBELA ESPANCA


*DEIXAI ENTRAR A MORTE...*

Deixai entrar a Morte, a Iluminada,
A que vem pra mim, pra me levar.
Abri todas as portas par em par
Como asas a bater em revoada.

Quem sou eu neste mundo?A deserdada,
A que prendeu nas mãos todo o luar,
A vida inteira, o sonho, a terra, o mar,
E que, ao abri-las, não encontrou nada!

Ó Mãe! Ó minha Mãe, pra que nasceste?
Entre agonias e em dores tamanhas
Pra que foi, dize lá, que me trouxeste

Pra que eu tivesse sido
Somente o fruto amargo das entranhas
Dum lírio que em má hora foi nascido!…


Florbela Espanca - In Reliquiae


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17 de set de 2011

*FUGAS*


Procuro um lugar bem longe, para fugir de mim!
Um lugar de ecos e silêncios, poemas e tempestades
Onde o sol apareça e o amor se esqueça
De buscar apenas verdades.

Quero um lugar bem longe da multidão...
Pode ser uma casa, templo ou cidade
Mas que não albergue só saudade.

Buscando esse lugar bem longe... lá longe...
Para que guarde meus medos
Aguarde meus segredos
E me estenda a mão,
Me disponha a terra
Para semear meu pão.

- Em versos que escrevo de rimas e prantos
Fujo nos poemas, me escondo de mim.
Com pedras e rugas e alguns desencantos
Atiro palavras, semeio mensagens, decifro ilusões.

- Fantasmas alados branqueiam meus dias
E as noites sombrias têm espaços vazios
Com lágrimas esparsas de auroras áridas
Com magnitudes caladas em silêncios e... saudades!

Busco um lugar... longe... muito longe... para Fugir... Fugir... Fugir...

By@
Anna D’Castro

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15 de set de 2011

POEMAS DE: FLORBELA ESPANCA


*VERSOS DE ORGULHO*

O mundo quer-me mal porque ninguém
Tem asas como eu tenho! Porque Deus
Me fez nascer Princesa entre plebeus
Numa torre de orgulho e de desdém!

Porque o meu Reino fica para Além!
Porque trago no olhar os vastos céus,
E os oiros e os clarões são todos meus!
Porque Eu sou Eu e porque Eu sou Alguém!

O mundo! O que é o mundo, ó meu amor?!
O jardim dos meus versos todo em flor,
A seara dos teus beijos, pão bendito,

Meus êxtases, meus sonhos, meus cansaços...
São os teus braços dentro dos meus braços:
Via Láctea fechando o Infinito!...


Florbela Espanca, in "Charneca em Flor"


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5 de set de 2011

*SÓ FLORES SECAS RESTARAM*

*Tela da Andrea Mancini*


Num dia de muita dor
O desespero minh’alma dilacerou
E o coração sufocado de desilusão
No peito quase parou...
Desvairada bateu a saudade
Sangrando descompaixão.

Precisava de acalanto
Pedi colo para o filho
Que outrora acalentara
Meu velho livro de poesias!
Segurei-o com nostalgia
Nas mãos que desabafos escrevera
E agora estavam vazias.

No dia em que a dor me embargou
Orei em silêncio uma prece
E lágrimas rolaram macias.
Meus olhos buscam no vazio
Pelo sonho que jamais envelhece
Mas esse doce encanto
Com desilusões se vestiu...

Abri o velho livro de poesias
Lembrei poemas de amor...
De amizades variadas...
Também de angústias contidas...
E injustiças gritando clamores.
Traições tão deslavadas
Como arco íris sem cores...
E alguns pretensos amigos
Oportunistas desleais
Cravando punhais nas costas
Como farpas de flores.

No meu livro de poesias
Lembrei poemas de saudade
Dalguns sonhos ideais
Que não foram realizados
E ficaram como cristais
Em guarda-jóias guardados
Nas gavetas da esperança...

Lembrei de amores idealizados
Que se esfumaram no ar
Como nuvens passageiras
E em seu tempo terminados.

De amizades flamejantes
Gritantes... Luzentes...
Algumas como estrelas
Com luz própria e cintilante
Outras sorrindo falsas...
Em oportunidades falhas
Usando e abusando do momento tênue.

Alguns amores esqueci...
Amizades falsas descartei...
As farpas eu revidei...
Mas as pétalas das flores
Nas páginas do livro, as guardei.
*.*.*.
Sinto o tempo que passou,
E a saudade que ficou
Com os sonhos cristalizados
Nas gavetas fechados.

Revi no meu livro de poesias
Aqueles amores que acabaram
As farpas que revidei
As flores que guardei
E que secaram...
Com as lágrimas
Que ao longo do tempo
Meus olhos inundaram...

Fechei o velho livro de poesias.
E como por encantamento
Esvaiu-se aquele dia de dor
Nas asas do pensamento...
E senti que as forças se renovaram
Com as flores secas que restaram...


By@
Anna D'Castro
Direitos Reservados

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Beijos floridos...