Ei AMIGO! VOCÊ AÍ... QUE VISITA AQUI ... DEIXE O SEU COMENTÁRIO POR AQUI...

Ei AMIGO! VOCÊ AÍ... QUE VISITA AQUI ... DEIXE O SEU COMENTÁRIO POR AQUI...
NÃO CUSTA NADA... E FAZ UMA 'GIOCONDA' FELIZ!

TRADUZA AS FLORES...


Me Sigam as Boas Flores...

23 de mar. de 2010

HOJE, NÃO ME FALEM DE AMOR!





















Hoje, não me falem de Amor!


Até podem falar de dor,
do Criador,
do céu nublado,
das árvores se desnudando,
da chuva que dança lá fora,
do outono que está chegando,
das aves:
- que transportam galhos e penas
apenas pra construirem seus ninhos
e aguardarem os filhotinhos
que irão ter
e os abrigar
nos ninhos que vão fazer.

Ah! Podem falar ainda
das flores:
- que estão murchando
e em sementes se transformando.

Dos rios que correm apressados
querendo chegar à foz.

Dos peixes se desovando,
dos corais se agitando...
Das larvas tecendo casulos
e balouçando ao frio vento
que vai gemendo... dolente
Querendo um pouco mais de calor...

Podem falar de quase tudo
Até da natureza que vibra ao redor...

Mas, hoje...
Hoje não, por favor!

Hoje, não me falem de Amor!


By@
Anna D'Castro
D.A.reservados

Creative Commons License
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.

1 de jan. de 2010

POEMAS CRISTALIZADOS (2)



Poemas inacabados
ficam cristalizados
como males guardados
nas gavetas do cérebro
trancados em humores calcificados.

- Às vezes fico doente...
quero expelir a razão acumulada.

- Às vezes perco a razão...
as palavras ficam encravadas
teimando em não se soltar.

- Às vezes sinto tristeza...
há poemas presos
ameaçando se evadir
de dias sombrios
como quem quer tirar a solidão
das amarras da angústia
das garras da depressão.

Os poemas se grudam nas palavras
como árvores plantadas
em areias movediças
no meio do deserto árido
como aves corrediças...

- Às vezes sinto saudades...
das palavras secas
no canto dos olhos,
querendo soltar poemas
no silêncio estático da noite
como se o poema fosse
apenas um belo cristal
esculpido numa lágrima doce.


By@
Anna D'Castro
D.A.reservados

Creative Commons License
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.

22 de dez. de 2009

UMA ROSA COM AMOR... E...




...PAIXÃO

Quando acontece a paixão
vem como um furacão
devastante
ou um vulcão incandescente.
Seu redemoinho
envolvente
sua lava
escorrente
te faz sentir tão frágil
e carente!


By@
Anna D’Castro
D.A.reservados

Creative Commons License
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.

19 de dez. de 2009

PARTIDA


- Quando teus braços
me enlaçam
envolventes...

- Quando tua boca
me suga
inteira...

- Quando teu corpo
se alaga
com frenesi
junto ao meu...

- Quando as juras
de amor eterno
se confundem
com a madrugada...

- Quando o dia
chega ao fim
já é amanhã...

- Não ouso pensar
que vais partir
para sempre...
um frio me inunda
me percorre inteira
gela as entranhas
derrete os sonhos
cava um fosso
nas lembranças
e a distância se impõe...

- Depois...
só o silêncio me habita
com cheiro a maresia
e... saudade!

by@
Anna D’Castro
D.A.reservados
*************
Creative Commons License
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.

13 de dez. de 2009

Que Todos os Sonhos se Realizem...




*FESTAS FELIZES*
São os votos sinceros
neste Natal de 2009 da
Anna D'Castro
. . .

*SONHO VAGO*

Espero...
esperei...
vou esperando.
Tanta espera por algo adiado,
que vou adiando
à espera de melhor consequência
e o sonho vago
que nasceu dessa inconstância,
vai-se erguendo,
vai-se agitando,
tomando conta dos meus sentidos
por vezes, já nem sei quem sou,
tento me encontrar,
pergunto-me para onde vou...
as respostas, quando existem
são vagas,
não me satisfazem,
mas o sonho vago
continua à espera
no horizonte do pensamento
e quer voar
como cavalo alado,
ao vento...
até alcançar o objetivo desejado.

by@
Anna D’Castro
*****************
Creative Commons License
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.

17 de nov. de 2009

FIM DE TARDE



Há na languidez da tarde
Lágrimas escorrendo do céu
Como palavras coloridas
Carregando pérolas
Que deslizam despidas
Ao luar de agosto.
A chuva desce nostálgica
Gotejando cristais
Na penumbra dum rosto.

O final da tarde
É pura ilusão
Que desenha no horizonte
Um sonho de verão...

By@
Anna D’Castro
D.A.reservados
*************
Creative Commons License
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.

24 de out. de 2009

PEDAÇOS DE MIM


Foto-Imagem de Nuno Belo


Não tenho medo da solidão
Porque me divido em pedaços
Várias metades dum todo
Vários todos por onde me arrasto...

Tem metades em silêncio
Outras gritando verdades
Tem umas querendo partir
Outras insistem em ficar.

Quando as palavras invadem
A raíz do pensamento
Há metades que se calam
Outras instigam o vento...

Sempre que pedaços dispersos
Se encontram em (re)união
A saudade bate forte
E se transforma em vulcão.

Correndo como água bravia
Levando meu rio pra foz
Sou metade fugidia
Outra... uma casca de noz.

Na longa estrada da vida
Sou passageira errante
Metade de mim é nascente
Outra metade é jusante.

Quando o amor se entranha
No coração turbulento
Metade de mim é paixão
Nos pedaços... Eu me invento.


By@
Anna D'Castro
(D.A.RESERVADOS)
*************
Creative Commons License
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.

19 de out. de 2009

SE EU SOUBESSE...



Se eu soubesse o que não tenho
Qual o mal que me atormenta
Não andaria por aí errante
Numa ansiedade tão violenta.

Se eu soubesse o que não quero
Que quimeras são as minhas
Talvez castelos de areia
E o voar das andorinhas.

Se eu soubesse qual a sede
Que invade o meu deserto
Qual rio querendo a foz
E nada tendo por perto.

Se eu soubesse qual o medo
Que à noite me avassala
Penetrando em meu degredo
Enquanto o sono me embala.

Se eu soubesse qual a vida
Que me espera o amanhã
Não andaria tão perdida
Nem seria minha esperança vã.

Se eu soubesse... ai se eu soubesse
Para que vivo... para que luto
Talvez ainda pudesse
ViVer... apesar de tudo!

By @
Anna D’Castro
D.A.reservados
*************
Creative Commons License
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.

8 de out. de 2009

REFLEXO EM NOITE DE AMOR POÉTICO


Quando, no silêncio do meu quarto
Olho as paredes nuas... despudoradas!
Vislumbro a poesia em sombras... alongadas!

- A sedução do momento é mágica -
e na minha mente surge uma pergunta trágica:

- Poeta sou?... Logo, resisto!

E essa noite de magia enfeitiçada
que não me deixa dormir...
mas me permite vislumbrar o nada,
deixar meu pensamento correr veloz,
para meu corpo se estremecer sensual
e poetar contigo um amor feroz:
canibal, visceral e tão carnal...

Quero-me penetrar em tuas entranhas
sentir indecifráveis sensações
mesmo as mais estranhas,
enlear-me em tuas palavras gementes,
beber um néctar de beijos ardentes,
embriagar-me com teu perfume... inebriante,
lambuzar-me nesse corpo suado e palpitante
e depois dessa noite de poesia escaldante,
quero acordar no oásis da tua cama,
possuída pela poesia de que não desisto.

A madrugada invade o meu pensamento ainda em chama!
E com luxúria poética, divago e insisto
na pseudo-verdade do meu inflexo:

- Poeta sou?... Logo, resisto!

E com a poesia faço sexo
e me desconexo...
com todo o meu reflexo!

By@
Anna D'Castro
in REVELAÇÕES
*****************
Creative Commons License
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.

21 de set. de 2009

PROCURA


HOJE,
quero ser um ser diferente.
Ter a lua nas minhas mãos,
um retrato antigo esfumado,
um sopro de vento acorrentado,
ao espírito das palavras.

HOJE,
quero escutar os lamentos
dos poetas aprisionados
nas ilusões fugidias.
O marulhar das águas sombrias
do inverno em Copacabana.

HOJE,
quero sentir a cintilante chama
de ardentes olhos cor de anil
que passeiam na praia Vermelha.
Ouvir a maviosa voz gentil
do amante apaixonado.

HOJE,
quero ver a caprichosa aranha
laboriando a sua teia.
O poeta, tecendo o seu poema.
A poesia, traçando a sua trama,
e a vida, renascendo do seu drama!

By@
Anna D'Castro
do livro "Aquela Voz
*************
Creative Commons License
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.

26 de fev. de 2007

EXILADA

Vivo num voluntário exílio!
Cancei de viver de mordaças
Circunspecta em espaços obscuros
Inúteis, absurdos e inexplicáveis!
Cancei de me ocultar em couraças
Num mundo de ideais irrealizáveis.
Me cancei duma roupagem
Revestida de linhagem
Tentando esquecer o que sofri.
Respirei por todos os poros
- as dores -
Das feridas que me fizeram
Com as facas que me jogaram.
Não lamento o que vivi!
Mas grito ao tempo o meu silêncio
Carregando uma miragem
A poesia é uma imagem
Daquilo que construí.

By@ Anna D'Castro
do livro REVELAÇÕES



************
Creative Commons License
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.

2 de fev. de 2007

MIRAGEM

Pensar... e não sonhar,
é um dilema!
O pensamento é sonhador
Como o poema!
A Lua é a inspiração de todo o dia.
Viver, pensar, sonhar
é como luz que irradia.
Percorrer àridos desertos
tentando achar os oásis certos
para atingir as suas metas
* É a miragem dos poetas!...

By@ Anna D'Castro
(D.A.Reservados)

Creative Commons License
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.

30 de jan. de 2007

Relembrando 251 anos do nascimento de Mozart



"Não consigo escrever poesia: não sou poeta.

Não consigo dispor as palavras com tal arte que elas reflictam as sombras e a luz: não sou pintor... Mas consigo fazer tudo isso com a música..."


"Para mim, o órgão é o rei dos instrumentos".
***Wolfgang Amadeus Mozart***

(n. Salzburg 27 de Janeiro de 1756; m. Viena 1791)

23 de jan. de 2007

FADO

(Severa canta o Fado - Quadro de Malhôa)
- É minha sina?
- Meu fado?
- Fadário?
- Sei lá!
Só sei que este meu penar
é apenas num momento!
Pego na pena
e deixo correr meu pensamento:
- É já poema!
A poesia flui:
- Dolente
lentamente
ou...
num instante!
- Noite alta
- Madrugada
- Noite escura.
- Poemas de amor
de amargura
angústia
ou...
solidão!
- Fito o alvorocer!
- O eterno nada
descansa em minha mão!
- E depois?
- Depois, as ideias se misturam
com pensamentos impotentes!
As imagens se desfocam...
Ao longe, oiço como um brado
os acordes dolentes
que gemem da guitarra
e uma voz bem timbrada
castiça e bizarra...
termina o último fado!

By@Anna D'Castro
(D.A.Reservados)
do livro Revelações

(Bairro de Alfama - Lisboa)


Creative Commons License
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.

11 de jan. de 2007

HINO À PAZ - OU - APELO DO DESESPERO

No final de dezembro de 2006,
nas ruas do Centro do Rio/rj, vários
panfletos foram afixados em postes
de iluminação pública, por gente
simples do povo, em perfeito
desespero, pelos acontecimentos
tenebrosos que mataram dezenas
de pessoas inocentes, em ônibus
incendiados e em tiroteios entre os
impotentes policiais, versos
'crime organizado'.
Os panfletos escritos à mão ou em
computadores, diziam apenas:
"POR FAVOR NÃO MATEM AS PESSOAS"

....***A.D'C.***....

HINO À PAZ

- QUEREMOS PAZ!
Não militamos a guerra!
- Chega de opressores tiranos
Cobradores de retaliações
Que se dizem justiceiros
Para o bem da humanidade!
- Que a justiça é cega - todos sabemos!

Mas nós não.
NÃO SOMOS:- nem cegos
- nem surdos- nem mudos!
Perguntamos aos Deuses do Olimpo:

- Mas que justiça é essa?
Que com uma mão joga o pão
Com outra bombardeia inocentes!
- Chega de falsos deuses do Éden,

proprietários da Vida Alheia
para quem a vida humana
é uma bola de pingue-pongue!
- Chega de jogos estratégicos!
- Chega de manipular vidas inocentes

como meras peças de xadrez
onde o vencedor é o jogador mais arguto,
vibrando com as altas taxas de liderança!
- O Mundo...

é como uma bola de cristal mal lapidada.
Por vezes, transparente e límpida
Outras, opaca e nebulosa...
- Os hipotéticos deuses do Olimpo

não são deuses, não são nada
mas apenas, tão somente e simplesmente:
- Hipócritas medrosos
que escondem seus medos jogando bombas:
- Anti-Humanidade
- Anti-Liberdade
- Anti-Futuro,
com falso nome de justiça!
- Não. Não queremos a guerra!!!
- Queremos a branca pomba da Paz!
- Queremos Amor e Fraternidade!
Unamos nossas mãos,
"combatendo"com nossas armas:
- As Palavras!
- A Poesia!
Lutemos pela liberdade de toda a Humanidade,
gritando bem alto:
- Não à Guerra!!!
- Queremos PAZ!!!

"Hino à Paz" escrito em 2003, mas... sempre atual

by@
Anna D'Castro
(D.A.Reservados)
livro "Idealizações"

22 de dez. de 2006

ENTÃO É NATAL - SIMONE



http://www.romantichome.net/musicasnatal/entaoenatalsimone.htm

(dê dois cliks no link, para ouvir a música, na bela voz de Simone)

*Então é Natal*
- E o que você fez?
*O ano termina
E nasce outra vez...










*Então é Natal*E o que você fez?
*O ano termina*E nasce outra vez...

Simone
... ... ...

Que haja sempre um sorriso e
uma palavra de carinho
para reconfortar
o mais necessitado.

Mil felicidades,
muita saúde e Paz
neste Natal e sempre!
para todos nós, meus amigos!

Anna



17 de dez. de 2006

MOMENTOS!




NÃO ADIANTA OLHAR PARA O CÉU
  ENQUANTO PÁSSAROS VOAM,
  LEVANDO LEMBRANÇAS
  DE SONHOS DESATINADOS!

  POETAS, - SÃO "DEUSES LOUCOS"!
  ESPERAM PELO AMOR
  QUE NÃO TEM Hora Marcada ...

  POETAS, - SÃO RESTOS DE HUMANIDADE "!

  O POETA, CANTA HINOS AO "AMOR"!
  - MAS O "AMOR" É INFINITO ...
  E EM INSTANTES, TÃO POUCOS,
  TRANSFORMA MOMENTOS DA VIDA
  - NUMA BELA ETERNIDADE!

By@
Anna D'Castro
  (D. A. Reservados)
Creative Commons License
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.
 

14 de dez. de 2006

QUANTAS MORTES



- Sempre que termina a paixão
Há uma morte mim.
Num coração que parte
Há um vazio, que fica.

= QUANTAS MORTES, QUANTAS?

- Muitas! Tristes, doloridas ...
Quantas Ternuras esquecidas!
Como me marca a última morte
Reflexo de paixão inacabada.

= QUANTAS MORTES, QUANTAS?

- Quanta inquietação arrastada
Para uma nova etapa,
Corroendo uma saudade
Qual solidão indesejada.


= QUANTAS MORTES, QUANTAS?

- Que Brotam da seiva viva
Esperando a próxima morte,
Como um refúgio secreto
Que me inquieta e seduz.

= QUANTAS MORTES? QUANTAS MAIS?!

- Muitas! E muitas mais, sem fim ...
Até que chegue o verdadeiro amor
E a vida, jamais morrerá ...
... sem mim!

By @
Anna D'Castro
*************
Creative Commons License
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.

17 de out. de 2006

DANÇA DA VIDA


















A vida dança
Na emoção do amor!

Tudo começa no espaço
Tudo resulta da esperança,
Da ilusão e da dor.

A vida dança
Trêmula de paixão
E abala uma lembrança
Que mexeu com o coração.

A vida dança
Por vezes leve,
Por vezes fria,
Tal como floco de neve
Que baila de melancolia.

A vida dança
Quase como um poema,
Ou um beijo rápido e insípido,
Mas que sempre vale a pena
Desde que lépido e líquido!...


By@ Anna D'Castro
(D.A. Reservados)
do livro REVELAÇÕES
Creative Commons License
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.

2 de out. de 2006

NÃO CHOVE MAIS...



Nos meus olhos
Lágrimas não chovem mais.
O pranto secou
Mas a tristeza não terminou.
A poesia quer me abandonar
A inspiração parou.


Os versos se trancam em rimas soltas
Espalhando poemas
Ao vento brando.
No deserto árido do meu peito
O oásis poético
É apenas uma miragem.
A chuva calmante
Não faz parte da paisagem.
Ao longe gritos calados
Nascem no horizonte
Como versos parados
Que secam no meu olhar...

A chuva secou nos meus olhos
Os versos não chovem mais!

By@
Anna D'Castro
(D.A.Reservados)
do Livro Revelações

¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨ *** ¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨



"Lembrem de mim como de um que ouvia chuva
Como quem assiste missa
Como quem hesita, mestiça
Entre a pressa e a preguiça
Acordei bemol
Tudo estava sustenido
Sol fazia
Só não fazia sentido



(Paulo Leminski)




Creative Commons License
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.

30 de set. de 2006

DOIS MARAVILHOSOS PRESENTES...









... duma maravilhosa e querida amiga. Daniele Vasques, que tem o maravilhoso Blog *Mulheres de Preto*... Este travesseirinho floral, tem um pedaço da sua alma, em forma de poema. Lindo demais. Obrigada minha amada, te adoro, teu cantinho está reservado no meu coração. Agora abaixo o segundo, lindo presentinho....
Aqui ficam os 2 para que todos posam ver como é bom ter amigos queridos...








Este é o outro presentinho da minha amada Daniele, para o meu Blog Recolhendo Farpas. Lindíssimo não é? Com um frase de Pablo Picasso e o toque especial das suas mãos de Fada. Muito obrigada amada amiga, que Deus te proteja sempre. Meus beijos carinhosos.

Anna

26 de set. de 2006

MENDIGOS DE AMOR

São os Mendigos de Amor,
famintos de beijos.
Seus farrapos
são os desejos
de se acariciar.
Vivem numa Prisão de Palavras,
com suas Grades de Espanto.
Tentam esquecer
as Chamas do Desencanto
que queimam as Teias do Tempo.
Vivendo num mundo de ilusão,
permanentemente estendem a mão
às migalhas da pobreza
os jardins são a sua riqueza.
E...no horionte:
- o sol nasce,
- a lua se esconde
- e o Amor... amanhece!

by@
Anna D'Castro
do livro AQUELA VOZ

(D.A.Reservados)

21 de set. de 2006

RESTOS























Sou um acaso do tempo
Uma história não vivida
O desencontro dum sonho
Uma carta mal redigida...

Um rascunho que se não leu
Um poema que não surgiu
Um amor que não venceu
Uma amizade que partiu...

Uma estrada que não tem fim
Um retrato que se rasgou
Um lugar longe de mim...

- Sou da vida o que restou!

by@
Anna D'Castro
(D.A.Reservados)

5 de set. de 2006

MATERNAL



















Há horas duras de passar.
Horas tão difíceis de encarar...
Mas há horas que nascem
De torrentes de abraços
E jorram correntes de laços
Mesclando de cor
Um corpo sangrando
Em sal e suor.
Há horas que sobram da dor
Da navalha que rasga o ventre
Da mãe que sofre horas tamanhas
E dá todo o seu amor
Ao filho que sai das entranhas
Como um belo cisne
De asas brancas
Que deixou de habitá-la.

By@
Anna D'Castro
(D.A.Reservados)


Barra Lateral no seu Site Para Compartilhar as Redes Sociais








Sempre Viva... Flor Selvagem!

ARTE E BELEZA É COMO FLORES BAILANDO

Beijos floridos...