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TRADUZA AS FLORES...


Me Sigam as Boas Flores...

30 de set de 2014

CHUVA DE PRIMAVERA






Lá fora a chuva cai...
As primeiras gotas de chuva na primavera...
Uma chuva incessante,
Mas harmoniosa
Que vai correndo sinuosa
Lavando as pedras da calçada.

Nos jardins a chuva acaricia folhas e flores...
O aroma das rosas, o frescor das margaridas
São presentes da natureza
Que nos inebria com tanta beleza.

No céu soam trombetas de luz e cor
Bandos de andorinhas e colibris
Chilreiam vibrantes pelas estradas
Entoando lindas canções de amor
Como o fado nas madrugadas...



By@
Anna D'Castro


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 Todos Direitos Reservados
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.

29 de set de 2014

TALVEZ QUE O UNIVERSO... SEJA IN-VERSO!

Talvez que eu seja
O inverso
Do meu universo
Ou um sonho adverso
No avesso
Do meu verso.
Talvez que eu seja
A brisa
De ventos uivantes
Ululando
Em noites escaldantes.
Talvez que eu seja
O silêncio ou o pranto
A dor doce ou amarga
O riso ou o choro
Do meu desencanto.
Talvez que eu seja
O desencontro dum alegre
E triste encanto.
Talvez que eu seja o rosto da tristeza
Vasto e branco
Como uma fiandeira de versos
Sem rima
Balouçando à deriva
Num mar de incerteza...
Talvez que eu seja ainda uma certeza...
Uma musa... uma diva
Dum sonho disperso
No reverso
Do meu verso.
Talvez que eu seja
- ou talvez não -
Uma estrela cadente
Deixando seu rastro
Piscando
No imenso universo
Do meu sonho adverso
Quando deixo
Meu desejo impresso
No inverso
De cada verso...


By@ 
Anna D'Castro


Creative Commons License
 Todos Direitos Reservados
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.

16 de set de 2014

ALGEMAS



No meio dum deserto sem fim
Caminho por uma longa estrada
Com tantas encruzilhadas
Algemada a recordações que carrego
Prisioneira dum passado sem nexo


Talvez que esse caminho
Seja como uma grilheta enferrujada
Enleada a alguma corrente corroída
Arrastando uma alma amordaçada
Pelas intempéries do tempo na vida


E caminhar pelo mundo é tão frágil e difícil
Como as velhas algemas e seus grilhões
Que aprisionam o fraco poder das ilusões
Em pinceladas de palavras ao acaso
Quando lançadas num mapa inventado

  
Vou caminhando para alcançar o sonho diverso
Algemada à dor doce e amarga do destino
Como um esboço recortado e no horizonte disperso
Que se vai esfumando na bruma do caminho
Ao longo dum imaginário universo


By@
Anna D’Castro

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